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Sertões faz três campeões
mundiais
David
Casteau, Marc Coma e Rafal Sonik saem de Fortaleza com mais um título
mundial em suas bagagens
Desde 2005 o Rally dos Sertões ganhou status internacional ao valer pontos
para os Mundiais Cross Country para motos e quadriciclos. E, nesta
sexta-feira (20), em Fortaleza (CE), depois de 4.486 quilômetros percorridos
em dez dias desde Goiânia (GO), o segundo maior rali do planeta e maior
aventura do fora de estrada brasileiro consagrou três pilotos como campeões
mundiais.
Foi o quarto título de Marc Coma na categoria motos acima de 450 cm³ de
cilindrada, o primeiro do francês David Casteu na 450, e do polonês Rafal
Sonik, o "Super Sonik", nos quadriciclos.
Com sua KTM 690, o espanhol Marc Coma fechou um ciclo em grande estilo. Já
tricampeão mundial e bicampeão do Dakar, o Rally dos Sertões era o único
título que faltava ao piloto de 34 anos. De quebra, conquistou o
tetracampeonato mundial. Na temporada, ele venceu os ralis da Sardenha,
Tunísia e Abu Dhabi.
Seu concorrente mais próximo na luta pelo título, o polonês Kuba Przygonski,
seguiu Coma até o Brasil e foi o terceiro colocado no geral do Sertões,
tendo acumulado mais 20 pontos na tabela do Mundial. No entanto, com apenas
a disputa do Rally dos Faraós, no Egito, a ser completada, ele só pode
chegar a 75 pontos. Coma já acumula 100 pontos e confirma, assim, o
tetracampeonato.
"Disputar o Sertões valendo pelo Mundial é extremamente importante porque ao
mesmo tempo que conta pontos, ele também prepara para o Dakar. As outras
etapas que temos no campeonato são mais curtas, o equivalente a uma especial
do rali brasileiro. E aqui, se quiser ir bem no Mundial, tem que ir bem nos
dez dias. É a etapa mais longa do campeonato", observou Coma.
Mesmo sendo quarto colocado no geral da 18ª edição do segundo maior rali do
planeta, o francês David Casteau sagrou-se Campeão Mundial de Rally Cross
Country FIM (Federação Internacional de Motociclismo) na categoria para
motos com até 450 cm³ de cilindrada, somando 88 pontos contra apenas 25 do
italiano Andrea Mancini.
Rafal Sonik fez sua estréia no Sertões em grande estilo. Venceu e acumulou
mais 25 pontos na tabela do Campeonato Mundial de Rali Cross Country e mesmo
a uma etapa do fim da temporada, ele não pode ser mais alcançado pelo russo
Dmitry Pavlov, que não veio ao Brasil. O polonês acumula 90 pontos contra 57
do segundo colocado.
"Temos condições de ter o melhor rali cross country do mundo", diz Marcos
Moraes
Organizador do Rally
Internacional dos Sertões comemora sucesso de mais uma edição e exalta
competitividade da prova encerrada na última sexta-feira (20)
A 18ª edição da maior prova off-road do Brasil terminou na última
sexta-feira (20), após 4.486 quilômetros percorridos ao longo de dez dias
entre Goiânia (GO) e Fortaleza (CE). Para Marcos Moraes, organizador do
rali, a disputa em todas as categorias foi um dos destaques de 2010. Outro
destaque do Rally Internacional dos Sertões foi sua impacável organização e
nível de segurança -- algo que foi extensamente elogiado pelos
participantes, em especial os estrangeiros. Estes últimos, aliás, garantiram
metade dos títulos máximos entre os quatro tipos de veículos que disputaram
a corrida. O espanhol Marc Comas e o polonês Rafal Sonik levaram para seus
respectivos países os troféus de campeões na categoria geral das motos e dos
quadricilos.
"Fazia tempo que não tínhamos em todas as categorias uma competitividade tão
grande como tivemos neste ano. Nos últimos anos, tivemos carros com uma
tecnologia mais avançada do que o que tínhamos aqui no Brasil, e essas
equipes eram superiores, era praticamente um carro de Fórmula 1 competindo
contra um Stock Car. Neste ano, conseguimos equilibrar isso. As equipes dos
carros alternavam a liderança do rali a cada dia. Até o oitavo dia, os cinco
primeiros colocados ainda tinham chances de ganhar. Isso aconteceu também
nas motos, categoria na qual sempre tivemos a presença de grandes pilotos
internacionais, mas os pilotos brasileiros também já tinham acesso à mesma
tecnologia, colocando-os em igualdade de condições, e fazendo com que a
disputa fosse acirradíssima. Nos quadris o Rafal (Sonik, polonês) quebrou a
hegemonia dos pilotos nacionais no Sertões. Foi a primeira vitória de um
estrangeiro na categoria. Já nos caminhões, tivemos os pesados chegando
próximos dos leves na disputa pelo título, tornando-a bem diversificada e
completa. Enfim, foi uma ótima maneira de comemorar 18 anos do Rally dos
Sertões", comentou.
Ainda falando sobre a maioridade da prova, Moraes relembrou como o Sertões
cresceu e como o Brasil progrediu ao longo destes 18 anos de aventura.
"Realmente foi um grande desafio, um longo tempo se passou nestes 18 anos.
Aprendemos muitas coisas, mas o que mais marcou pra mim foi ver como as
fronteiras do Brasil cresceu. A cada ano, a gente sobrevoa cada região e
consegue enxergar melhor o nosso país, e o quanto está que está crescendo.
Percebemos cidades pequenas com infra um pouco melhor, as áreas agrícolas
sempre se desenvolvendo, e eu, que ando pelo Brasil afora há 18 anos,
percebo um crescimento muito significativo nesta questão social, de
infra-estrutura, estradas... enfim, nisso houve de fato uma evolução muito
importante. Os caminhos pelos quais passamos, o tamanho do nosso país,
pudemos provar que temos condições de ter aqui, no Brasil, o melhor rali
cross country do mundo", afirmou.
Ao falar especificamente da prova deste ano, Marcos fez uma análise sobre as
dificuldades do percurso enfrentado pelos competidores este ano, levando em
conta o baixo número de abandonos, se comparado a anos anteriores. "Os
quatro primeiros dias do rali foram de velocidades médias e com menos
quebradeiras, com menores dificuldades. Isso fez com que um maior número de
pilotos chegasse ao final. Da metade para o fim todos estão mais acostumados
com o ritmo da prova, com menos adrenalina e pensando na chegada, isso faz
os pilotos terem mais precaução e evitar problemas. Acredito que fizemos um
bom roteiro. Há alguns anos, as equipes de apoio dos pilotos não tinham
tanto acesso para realizar o resgate, e neste ano conseguimos trazer mais
pilotos à chegada", revelou.
112 veículos completam o Rally dos Sertões 2010
A 18ª edição do Rally Internacional dos Sertões cumpriu o prometido e
apresentou aos seus competidores um dos roteiros mais difíceis de sua
história. No duro percurso de 4.486 quilômetros por seis Estados - Goiás,
Minas Gerais, Tocantins, Maranhão, Piauí e Ceará - em dez dias de prova,
muitos veículos enfrentaram dificuldades e não chegaram à capital cearense
nesta sexta-feira. Dos 155 que largaram - 70 motos, 60 carros, 15 quadris e
10 caminhões - no dia 11 de agosto, 112 conseguiram chegar ao Beach Park -
47 motos, 45 carros, 12 quadris e oito caminhões.
Com patrocínio de Petrobras, Gillette Desodorantes e Camargo Corrêa, a 18ª
edição do Rally dos Sertões conta com o apoio dos Estados de Goiás,
Tocantins e Ceará e do Ministério do Esporte através da Lei de Incentivo ao
Esporte. O evento ainda conta com supervisão da FIM (Federação Internacional
de Motociclismo), da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) e da CBA
(Confederação Brasileira de Automobilismo).
Acesse o site do evento:
www.sertoes.com
Siga também as notícias do Rally pelo Twitter:
www.twitter.com/sertoesoficial
Texto e informações: Rodolpho Siqueira / André Stepan / Cleber
Bernuci / Leonardo Murgel / Eduardo Antonialli / Maria Domingues / Mariana
Viegas (ReUnion Press)
Sertões 2011 começa já para o
X Rally Team
Cristian e Beco terminam na quarta colocação no geral e se destacam como a
melhor dupla em circuitos fechados do Sertões; Marcos e Kleber primaram pela
regularidade até a sétima etapa
O 18º Rally Internacional dos Sertões mal terminou, mas para o X Rally Team
já é hora de começar a pensar na prova de 2011. Os bons resultados obtidos
este ano animam os competidores da equipe, patrocinada por Vedacit e
Mitsubishi, e apoiada por Usiminas Automotiva e BFGoodrich, a focar em um
bom planejamento, visando a briga pelo campeonato na categoria geral de
carros. A maior aventura brasileira sobre rodas terminou nesta sexta-feira
(20), em Fortaleza (CE).
Mesmo com um carro recém-desenvolvido, a equipe conquistou resultados
expressivos no Sertões. O piloto Cristian Baumgart e o navegador Beco
Andreotti - que completaram nesta edição 10 anos de parceria, uma das mais
antigas do off road brasileiro - terminaram na quarta colocação no geral dos
carros e com o vice-campeonato na categoria Protótipos T1. Uma outra marca
importante: a dupla do veículo 311 foi a mais veloz e venceu os dois
prólogos da competição, realizados nas cidades de Goiânia (GO), na abertura,
e em Palmas (TO), após a quinta etapa. As provas, chamadas de Super Prime,
são disputadas em circuito fechados e são o momento de maior interação dos
competidores com o público nas cidades percorridas pelo rali.
Problemas foram poucos e ocorreram logo na fase inicial do Sertões. O
principal deles aconteceu na primeira etapa, com a quebra do diferencial
dianteiro. Dali para frente, o desempenho da Mitsubishi L200 Triton só
melhorou. Prova disso é a vitória no sexto dia, durante a temida etapa
Maratona, no trecho que ligou Palmas (TO) a São Felix (TO), no deserto do
Jalapão, além de dois vices, na sétima e oitava etapas. "Infelizmente
tomamos três penalizações, que acrescentaram 50 minutos ao nosso tempo
final", lamentou o piloto.
Já a dupla formada pelo piloto Marcos Baumgart e pelo navegador Kleber
Cincea também teve um desempenho destacado na segunda maior prova do off
road mundial, especialmente até a sétima etapa, quando ainda estavam na
quarta colocação no acumulado de tempos. Um problema na bandeja direita (uma
das peças da suspensão do carro) atrapalhou a trajetória da dupla na
competição.
No final, eles ficaram com a 11ª colocação no geral, sétimo na Protótipos
T1. E o balanço é extremamente positivo. "Estávamos tentando fazer uma prova
‘limpa’, sem problemas, e conseguimos isso até quase a fase final. Não
trocamos um pneu sequer durante as etapas. Fiquei triste quando tivemos o
problema na bandeja, mas felizmente conseguimos resolvê-lo e chegamos até o
final. O Sertões é a prova da superação ", disse Marcos, piloto do carro
312.
O tranco da 18ª edição foi pesado. Os carros da X Rally Team venceram os
4.486 quilômetros, percorridos entre Goiânia (GO) e Fortaleza (CE), durante
dez dias. Esta edição, de acordo com os competidores, destacou-se pela alta
velocidade. "Nunca houve uma edição tão rápida. Os pilotos estavam
extremamente bem preparados e agressivos. Prova disso é a alternância dos
líderes. O nível foi muito alto", afirmou Cristian. "Esse foi o Sertões mais
completo nos últimos anos. Antigamente as provas eram bem específicas, e
esse ano houve muita variação de piso dentro de uma mesma etapa", disse
Kleber.
Agora, afirmam os competidores da X Rally Team, é focar no planejamento para
o ano que vem. A primeira grande certeza é que o desempenho das duas picapes
Mitsubishi L200 Triton, que utilizaram motores Mitsubishi Lancer Evolution
X, ficaram acima da expectativa e a equipe já tem uma boa base para o
próximo ano. O grande salto que se espera no carro para o próximo ano é o
aprimoramento do sistema de suspensão. "Esse ano o carro praticamente saiu
da oficina direto para o Sertões. Tivemos pouco tempo para testar. Inovamos
com um conceito de carro que ainda, acreditamos, será o modelo a ser batido
mais para a frente", afirmou Marcos Baumgart.
Sem descanso
As duplas não terão muito tempo para recuperar as energias. A equipe X Rally
Team participa da quarta etapa da Mitsubishi Cup, no próximo sábado (28), em
Poços de Caldas (MG). Cristian e Beco lideram a competição na categoria L200
Triton, com 88 pontos. Marcos e Kleber estão na terceira posição da mesma
categoria, com 71. "O bom é que chegaremos bem treinados", ironizou Beco.
X Rally Team disputa o Rally Internacional dos Sertões há 12 anos e é
patrocinado por Vedacit e Mitsubishi, e apoiado por Usiminas Automotiva e
BFGoodrich.
Texto e
Informações: Maria Domingues (News
Room)

Valtra Dakar Eco Team termina o Sertões em alta
"Mesmo com um carro
totalmente novo, brigamos até o fim pela vitória", comemorou Kolberg
A equipe Valtra Dakar Eco Team foi um dos grandes destaques nesta 18ª edição
do Rally Internacional dos Sertões. O carro pilotado pelo gaúcho Klever
Kolberg e navegado pelo potiguar Flavio Marinho França terminou a competição
com o título da categoria Pro Etanol e com o vice-campeonato na
classificação geral entre os carros.
A utilização do combustível verde e renovável deu continuidade ao projeto
iniciado por Klever no ano passado, que culminou com a disputa do Rally
Dakar 2010, em janeiro. Para esta edição do Sertões, o Valtra Dakar Eco Team
optou por um protótipo Mitusubishi L200, com motor de seis cilindros em V
(V6), flexível em combustível, mas que funcionou unicamente com etanol.
Batizado de Próton, o carro ficou pronto às vésperas da prova e não houve
tempo para os testes necessários para um projeto inteiramente novo. O Próton
foi preparado pela Promacchina, oficina especializada em projetos para rali,
comandada pelo piloto Maurício Neves, campeão do Sertões em 2007.
Já no shakedown o carro se mostrou muito eficiente e mais fácil de
conduzir do que o modelo Sport utilizado no Dakar, devido ao menor peso. No
Super Prime, em Goiânia, etapa que abriu o Sertões oficialmente, a dupla já
mostrou que teria grandes chances na prova.
"O Klever foi até comedido e modesto em suas aspirações para este carro
novo, ao declarar que se terminássemos entre os dez primeiros já seria um
grande resultado. Depois do primeiro dia percebi que a gente teria condições
de brigar por um lugar no pódio, bastava não enfrentar nenhum problema mais
sério", disse Flávio França. "Quando o Klever parou de correr, em 2006, ele
não estava tão forte quanto agora. Devo dizer que fiquei muito impressionado
com a velocidade dele neste rali, e também agradecer por agora ele estar na
minha equipe, e não mais como um adversário no caminho", completou o chefe
de equipe Maurício Neves.
Nos dias seguintes, a dupla foi evoluindo rapidamente na classificação geral
e mostrando que seria mesmo uma séria candidata à vitória. O carro do Valtra
Dakar Eco Team liderou a classificação geral dos carros em dois dos dez dias
de competição. Entretanto, pequenos problemas com os pneus e com o suporte
das bobinas do motor, que se soltou, atrapalharam os planos de Kolberg e
França ao longo da prova, tirando as chances de conquistarem o título entre
os carros.
Contudo, a experiência de Klever ao volante e a navegação precisa de Flávio
foram suficientes para lhes garantir a vitória na nona especial - entre
Teresina (PI) e Sobral (CE) -, o vice-campeonato na categoria Carros e o
título na Pro Etanol. Um detalhe decisivo para essas conquistas foi o fato
terem sido os únicos competidores, entre os sete primeiros na classificação
geral, que não receberam punição durante a prova.
"Analisando todo o percurso, fica fácil perceber que as etapas mais difíceis
e decisivas da competição aconteceram durante a travessia do Jalapão, no
Tocantins. A sexta etapa, entre Palmas (TO) e São Felix (TO), e a sétima
etapa, entre São Felix (TO) e Balsas (MA), além de longas, com muita areia,
trilhas e navegação, também formam a etapa Maratona, nos forçando a
percorrer 960 km sem apoio mecânico", relatou Klever. "Durante o Sertões,
algumas vezes, fui dormir depois das três horas da madrugada, de tanto ficar
estudando a planilha, repassando. Estou muito feliz com o resultado",
comentou o navegador Flávio.
"Devo dizer que esta edição do Sertões superou todas as minhas expectativas,
assim como o carro que tivemos. Eu gostaria de agradecer a ProMacchina e ao
Maurício Neves, que foi um chefe de equipe fantástico, por ter preparado
esse equipamento fantástico, gostoso de guiar e muito rápido. O time todo
fez um trabalho sensacional e foi uma honra pilotar este carro por esta
equipe. No final desta edição do Sertões, todos queriam ver nosso carro de
perto, e o interesse em poder contar com uma unidade igual para o ano que
vem é grande por parte de diversos pilotos", finalizou Klever.
Confira o acumulado geral dos carros - extra-oficial:
1º) Guilherme Spinelli /Youssef Haddad - (Mitsubishi) 25h39min39s0
2º) Klever Kolberg/Flavio Marinho de França - (Mitsubishi) 25h54min58s2
3º) Paulo Nobre (Palmeirinha)/Luiz Carlos Palu (BMW) - 26h20min21s6
4º) Cristian Baumgart/Beco Andreotti - (Mitsubishi) 26h50min27s9
5º) João Antonio Franciosi/ Rafael Capoani - (Sherpa) 26h57min44s6
6º) Luiz Facco/Silvio Deusdara - (Mitsubishi) 27h53min34s0
7º) Riamburgo Ximenes /Stanger Welerson Eler - (Mitsubishi) 28h05min07s9
8º) Jean Azevedo/ Emerson Cavassin - (Mitsubishi L200 EVO) 28h12min05s6
9º) Richard Vanders/ José Spacassassi - (Sherpa V2) 28h38min32s1
10º) Reinaldo Varela/ Eduardo Bampi - (Mitsubishi Pajero Full) 29h02min52s0
Sobre Klever Kolberg: Engenheiro, piloto e pioneiro brasileiro no
Rally Dakar, onde já representou o Brasil por 22 vezes. Klever começou na
prova competindo de moto, entre 1988 e 1996, sagrando-se campeão da
categoria Motos Maratona em 1993, ano em que foi o quinto colocado no geral.
A partir de 1997 passou a disputar o Dakar entre os carros, obtendo o
vice-campeonato na categoria Carros Maratona em 1999 e 2000 e na categoria
Carros Diesel em 2002. Também é pioneiro no Dakar na categoria Experimental
para combustíveis limpos, em 2010 foi o primeiro a utilizar Etanol de Cana
de Açúcar como combustível. Na maior prova off-road do pais, o Rally dos
Sertões, Klever é bicampeão da categoria carros. É autor de três livros
sobre o assunto e é comentarista de rali no canal ESPN desde 2007.
Sobre Flavio Marinho de França: Cirurgião-dentista e navegador,
começou competindo com motos em 1992, nas modalidades de Enduro de
Regularidade e Rally Cross-Country. Em 1995 passou a competir também com
carros como navegador em provas de Rally de Regularidade e Rally
Cross-Country. Em 2009 passou a competir também em rallys náuticos com
barcos. Flavinho, como é mais conhecido, participa do Rally dos Sertões
desde 2003 quando foi campeão na categoria Production Gasolina ao lado de
Paulo Buda. No Sertões 2005 foi campeão na categoria Super-Production Diesel
ao lado de Riamburgo Ximenes. Flavio é Bicampeão do Rally Cerapió (2006 e
2007), Campeão do Rally RN 1500 em 2003, Tricampeão Brasileiro de Rally de
Regularidade (2003, 2004 e 2006) e desde 2008 é organizador de provas de
Rally de Regularidade no RN.
O Valtra Dakar Eco Team é patrocinado por Valtra, BASF, Cosan e Mobil Super
Flex, e apoiado por Artfix, Sparco, Arycom, TRC Telecom / Motorola e Unica.
Acesse o site da equipe:
www.parisdakar.com.br
Siga a equipe o Valtra Dakar Eco Team Twitter:
www.twitter.com/RallyDakar
Texto e Informações: João Vasconcelos (News
Room)

Fotos: Divulgação Sertões, X Rally Team e Equipe Valtra |