
Projeto Expedicionários: a redescoberta do Brasil
a bordo de um Porsche Cayenne
Foram cinco viagens pelo interior do Brasil. Em todas, o Porsche Cayenne
percorreu as mais variadas e difíceis condições, desde o frio do inverno do
sul até as temperaturas extremamente altas do deserto do Jalapão. O projeto
cultural Expedicionários, patrocinado pela Stuttgart Sportcar (importador
oficial Porsche) e pela Eurobike (revendedor autorizado de Ribeirão Preto e
Porto Alegre) mostrou todas as qualidades do Cayenne para trafegar fora de
estrada.
A bordo de um Porsche Cayenne V6, equipes formadas por jornalista, fotógrafo
e cinegrafista fizeram cinco viagens pelo Brasil, cada uma retratando a
história e o roteiro percorrido por um expedicionário brasileiro. Iniciado
em junho de 2007, o projeto deu origem a um livro e um DVD que registraram
os momentos e imagens mais marcantes de cada viagem.
Em 2007, foram realizadas três expedições. A primeira, em junho de 2007,
percorreu os Lençóis Maranhenses e o Delta do Parnaíba, no Piauí, refazendo
a rota do padre Antônio Vieira. No mês seguinte, o Cayenne foi enviado às
serras gaúchas para percorrer os caminhos do explorador espanhol Cabeça de
Vaca. A partida aconteceu em Florianópolis (SC) e a chegada em Foz do Iguaçu
(PR), depois de passar também pelo território do Rio Grande do Sul. Ainda no
final de julho, começou a terceira expedição, que percorreu o deserto do
Jalapão, em Tocantins (homenageando o marechal Cândido Rondon).
As duas viagens finais aconteceram em fevereiro e março de 2008. A primeira
do ano percorreu a rota do Coronel Fawcett. Começou em Goiânia, passou pelo
rio Araguaia e chegou a Mato Grosso, percorrendo regiões como as de Água
Boa, Serra do Roncador e Chapada dos Guimarães, até chegar a Cuiabá. O
encerramento do Expedicionários aconteceu com a rota do historiador Paulo
Bertrand, falecido em 2005. Começou em Brasília e passou por Pirenópolis,
Goiás (a antiga capital do estado), Serra Dourada, cidade de Pedra e Serra
dos Pirineus, voltando então para Brasília.
Todas as viagens foram feitas com um Porsche Cayenne V6 sem preparações
especiais. A instalação de pneus especiais para fora-de-estrada, integrantes
da linha de opcionais oferecidos pela própria Porsche, foi a única alteração
técnica feita no carro. "Todos os integrantes do projeto adoraram o Cayenne
e querem que ele seja personagem do livro", relata Ana Augusta Rocha,
coordenadora do projeto Expedicionários. "Ele até recebeu o apelido
'Ferdinando', em homenagem ao criador da Porsche." No total, o Cayenne
percorreu cerca de 15.000 km em oito estados (Maranhão, Ceará, Paraná, Santa
Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso e Tocantins), sempre
demonstrando sua capacidade fora-de-estrada.
Série especial: Cayenne S Transsyberia
A a versão especial Cayenne S Transsyberia chegará ao mercado no começo de
2009 e estará disponível para comercialização no Brasil. O nome remete ao
rali internacional Trans-Sibéria, percorrido anualmente entre Moscou, na
Rússia, e Ulan Baatar, na Mongólia, num total de 7.200 km.
O Cayenne venceu todas as edições desta prova desde 2006. No primeiro ano,
dois Cayenne S terminaram o raço nos dois primeiros lugares. Nos anos
seguintes, a marca competiu com a versão Transsyberia, produzida em edição
limitada e preparada especialmente para o Trans-Sibéria. Os Cayenne S
Transsyberia terminaram nos três primeiros lugares em 2007 e nos seis
primeiros em 2008.
A versão de estrada do Cayenne S Transsyberia possui diferenças
significativas em relação à de competição. Como nesta, o motor é o V8
atmosférico de 4,8 litros, mas com a variante do Cayenne GTS, que desenvolve
405 cv a 6.500 rpm e torque máximo de 500 Nm a 3.500 rpm. A relação final de
transmissão também é derivada do GTS, mas diminuída em cerca de 15% (para
4,1:1), proporcionando desempenho ainda melhor. O câmbio Tiptronic S de 6
marchas é opcional. Com o câmbio manual de 6 marchas, o Cayenne S
Transsyberia vai de 0 a 100 km/h em 6,1 segundos, ou 0,5 segundo mais rápido
que o Cayenne S.
Estas mudanças têm um efeito ainda mais significativo nas retomadas em
marchas mais elevadas. Em quinta marcha (câmbio manual), o Cayenne S
Transsyberia acelera de 80 a 120 km/h em 6,6 segundos - nada menos que dois
segundos mais rápido que o Cayenne S. A velocidade máxima é a mesma do
Cayenne GTS: 253 km/h. O som do motor também é diferente, já que o
Transsyberia possui escapamento esportivo, com duas saídas duplas.
Visualmente, o Cayenne S Transsyberia se destaca pela inscrição "Cayenne S
Transsyberia" nas laterais, oferecida como opcional sem custo para o
cliente. Além das combinações de cores oferecidas na versão de competição
(preto/laranja e prata cristal metálico/laranja), o carro é oferecido com as
combinações preto/cinza meteoro metálico e cinza meteoro metálico/prata
cristal metálico. Com exceção desta última combinação de cores, as rodas de
18 polegadas "Cayenne S II" são pintadas na cor contrastante, idêntica à que
é aplicada também aplicada nas grelhas das tomadas de ar, carcaças dos
espelhos retrovisores e parte superior do spoiler do teto com perfil de asa
dupla. Também no teto, faróis para uso fora-de-estrada, típicos dos carros
de competição, podem ser solicitados como opcional sem custo. No entanto, a
fábrica alerta que estes faróis não estão homologados para uso em vias
públicas.
O Porsche Cayenne S Transsyberia possui de série suspensão pneumática com
PASM (Porsche Active Suspension Management, gerenciamento de suspensão ativa
Porsche). Em função das condições de condução e do estilo de quem dirige, o
PASM ajusta a dureza dos amortecedores de forma ativa e constante, além de
reduzir o balanço da carroceria neste processo. A função de auto-nivelamento
garante a altura ideal a todo momento, ao mesmo tempo em que permite ao
condutor variar a distância em relação ao solo se for necessário. O PTM
(Porsche Traction Management, gerenciamento de estabilidade Porsche)
distribui a potência do motor entre os eixos dianteiro e traseiro,
dependendo das características do terreno. Em condições normais, 62% da
potência vai para as rodas traseiras e 38% para as dianteiras.
O bloqueio longitudinal pode chegar a 100% em um dos dois eixos, caso seja
necessário. No instante em que o motorista ativa as relações de câmbio
reduzidas (de série), o veículo muda automaticamente o ABS e o diferencial
de freio automático para o modo offroad, além de ajustar a suspensão
pneumática na altura pré-determinada para fora-de-estrada.
O pacote opcional Offroad Technology melhora ainda mais as qualidades
todo-terreno do Porsche Cayenne S Transsyberia. Conta com bloqueio de
diferencial no eixo traseiro controlado eletronicamente, montado na fábrica
e que pode ser ativado pelo motorista quando necessário. Outros componentes
especiais são as proteções laterais, protetor de cárteer reforçado e
proteções adicionais no tanque de gasolina e no eixo traseiro.
No habitáculo, o Cayenne S Transsyberia oferece um ambiente esportivo e
exclusivo. Destaca-se o tom diferenciado de uma moldura no suporte do quadro
de comandos e nas portas, assim como o tom da instrumentação, dos cintos de
segurança e das molduras dos tapetes. O volante recebe acabamento em
alcântara e, como nos de competição, possui uma marcação na parte superior
do aro. O alcântara também está presente em outras superfícies e componentes
do interior do Cayenne S Transsyberia.
Texto e Informações: Luiz Alberto Pandini (LetraDelta Editora e Comunicação)
Fotos: Divulgação Stuttgart Sportcar (Importador Oficial Porsche)
www.porsche.com.br
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